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Sá da Costa

por Tiago Moreira Ramalho, em 19.07.13

Sobre a livraria Sá da Costa e sobre os lamentos generalizados, dos quais partilho, apesar de não gostar especialmente da livraria em causa (desgostou-me mais o encerramento da novíssima e brevíssima Trama, para ser honesto; valorizo, contudo, a importância de uma livraria, ainda para mais com cem anos), diria que um pouco de iniciativa não seria mal-pensada. Entre os desolados clientes, poderia perfeitamente criar-se uma posse partilhada, de quotas, ou acções, ou o diabo, para que a coisa se aguentasse de pé. Com alguma inteligência, nomeava-se para gestor um tipo que perceba de livros e, pelo caminho, perceba de contas. No fim, era como pertencer a um clube privado, a que os fãs já pertencem, para o qual se pagariam quotas. Isso seria levar todo o lamento, frustração e manifestação pública às naturais consequências. É que lamentar tudo isto enquanto se compram livros na Fnac escapa pouco à tontice.

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publicado às 15:24






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