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Não és tu, é a regressão

por Rui Passos Rocha, em 22.04.13

Lamento desiludir quem ainda acredita que o Ministro das Finanças é um ser senciente, mas estou em posse de uma carta que ele escreveu a uma ex-namorada explicando o fim da relação. Isto é do mais poético-friedmaniano que tenho lido - e eu leio o Insurgente. Estou a mentir, não leio o Insurgente. Ah, e também não é verdade que o texto seja de Vítor Gaspar. Mas a boa ficção é a verosímil, não é?


"Please know that this decision was not rash. In fact, it was anything but—it was completely devoid of emotion. I just made a series of quantitative calculations, culled from available OECD data on comparable families and conservative estimates of future likelihoods. I then assigned weights to various “feelings” based on importance, as judged by the relevant scholarly literature. From this, it was easy to determine that given all of the options available, the winning decision on both cost-effectiveness and comparative-effectiveness grounds was to see other people. It’s not you, it’s me. Well, it’s not me either: it’s just common sense, given the nature of my utility function."

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publicado às 10:30






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